Segunda-feira, 29 de Janeiro de 2007

A SÉ

 

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A SÉ DA DIOCESE DE LEIRIA

POR VOLTA DE 1527, LEIRIA CONTAVA 584 VIZINHOS NA VILA E ARRABALDE, DOS QUAIS 53 CAVALEIROS E 40 CLÉRIGOS, E O RESTO ERA POVO (BRAANCAMP FREIRE). NO MESMO ANO, FREI BRÁS DE BARROS (C.1485-1561), PRIMO DO CÉLEBRE HUMANISTA JOÃO DE BARROS, INICIAVA A REFORMA DO MOSTEIRO DE SANTA CRUZ DE COIMBRA (1527-1554), NO ÂMBITO DA POLÍTICA CULTURAL DE D.JOÃO III. FORMADO EM PARIS E EM LOVAINA, PRIOR-MOR DO MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS DA PENA (SINTRA), AQUELE TEÓLOGO REFORMADOR, QUE EM 1528 INSTITUÍA OS ESTUDOS REGULARES NO MOSTEIRO DE SANTA CRUZ, FOI O PRIMEIRO BISPO DE LEIRIA, ELEVADA A CIDADE E A DIOCESE EM 22 DE MAIO DE 1545.

A CRIAÇÃO DO BISPADO DE LEIRIA ENQUADRA-SE NO ÂMBITO DA REFORMA DOS CÓNEGOS REGRANTES DE SANTO AGOSTINHO, A QUEM AINDA PERTENCIA O ECLESIÁSTICO DE LEIRIA. O EMPENHO DE FREI BRÁS DE BARROS, INTERPRETADO COMO MERA AMBIÇÃO PELA RAINHA D. CATARINA - «EL FRAYLE QUIERE SER OBISPO» -, ERA PORÉM IDÊNTICO AO DO PRÓPRIO REI QUE, EM 1543, SOLICITARIA AO PAPA UMA ALTERAÇÃO DA DIVISÃO DIOCESANA, DA QUAL RESULTARAM AINDA OS NOVOS BISPADOS DE MIRANDA DO DOURO E O DE PORTALEGRE.

USUFRUINDO DO DIREITO DE APRESENTAÇÃO DOS BISPOS (CONCEDIDO PELO PAPA A D. MANUEL), D. JOÃO III RECOMPENSOU, ASSIM, O INCANSÁVEL REFORMADOR, «DE MUYTAS VIRTUDES E DE GRANDE EXEMPLO DE VIDA E DE RELIGIAM, E EXPERIÊNCIA DO REGIMENTO E GOVERNO DAS COUSAS ECLESIÁSTICAS» (CARTA DE D. JOÃO III AO EMBAIXADOR DE PORTUGAL EM ROMA, 1544). TOMANDO POSSE DO BISPADO EM NOME DO REI E DO PAPA, EM 1546, SÓ TRÊS ANOS MAIS TARDE FORAM APROVADAS AS SUAS CONSTITUIÇÕES DO BISPADO DE LEIRIA, QUE REGULAMENTARAM O FUNCIONAMENTO DA NOVA DIOCESE. EMBORA AS CONSTITUIÇÕES DE FREI BRÁS DE BARROS TIVESSEM SIDO PROVAVELMENTE IMPRESSAS NO MOSTEIRO DE SANTA CRUZ DE COIMBRA, NÃO DEVE NEGLIGENCIAR-SE O FACTO DE QUE LEIRIA FOI A TERCEIRA CIDADE DO PAÍS (DEPOIS DE FARO E LISBOA), A POSSUIR TIPOGRAFIA - OS ALMANACH PERPÉTUO DOS MOVIMENTOS CELESTES DO JUDEU ABRAÃO ZACUTO, QUE PEDRO ÁLVARES CABRAL UTILIZOU NA SUA PRIMEIRA VIAGEM AO BRASIL, DESTACA-SE COMO UMA DAS GLÓRIAS DA IMPRENSA DE LEIRIA.

LOGO EM 1546, DUAS PREOCUPAÇÕES DOMINARAM O INÍCIO DO BISPADO DE FREI BRÁS DE BARROS: A CONSTRUÇÃO DA NOVA CATEDRAL, FUNÇÃO QUE COUBE TEMPORARIAMENTE À IGREJA DA PENHA, E A INSTALAÇÃO DOS PAÇOS EPISCOPAIS. PARA ESTES ULTIMOS, ESCOLHEU O BISPO O «SÍTIO DOS ANTIGOS PAÇOS» DE D. DINIS, ONDE ESTAVA INSTALADA  «A CASA  QUE SERVIA DE CÂMARA». PORÉM SÓ NO REINADO DE FILIPE II, O BISPO D. PEDRO DE CASTILHO, FILHO DO CÉLEBRE ARQUITÉCTO DIOGO DE CASTILHO, OBTEVE A CEDÊNCIA DOS REFERIDOS PAÇOS, «CHAMADOS DE EL-REI, NA CERCA DA VILA ANTIGA, ONDE ESTAVA A CAPELA DE S. SIMÃO» (O COUCEIRO..., 1868), OS QUAIS FORA ARRASADOS DURANTE O CURTO BISPADO DE D. FREI ANTÓNIO DE SANTA MARIA (1616-1623), FILHO NATURAL DE D. JORGE, DUQUE DE COIMBRA.

A CONSTRUÇÃO DOS NOVOS PAÇOS EPISCOPAIS INICIOU-SE COM D. DIOGO DE SOUSA (C. 1640-1670), E FOI CONCLUÍDA POR D. MANUEL DE AGUIAR (1790-1815), EM OBRAS DE RESTAURO E AFORMOSEAMENTO. SOBRANCEIROS À SÉ, FORAM INCENDIADOS DURANTE AS INVASÕES FRANCESAS E DE NOVO RESTAURADOS POR INICIATIVA DO BISPO D. JOÃO INÁCIO DA FONSECA MANSO (1818-1834), QUE AÍ RECEBEU D. MIGUEL. ESTE GRANDE CASARÃO APALAÇADO, ARTICULANDO-SE SOBRE UM CLAUSTRO, E QUE SERVE HOJE DE INSTALAÇÕES Â POLICIA DE SEGURANÇA PÚBLICA, É DE UMA ARQUITÉCTURA AUSTERA, COM UM ARRANJO BARROCO NOS ELEMENTOS DECORATIVOS E, MESMO, ESTRURURAIS (FRONTÕES QUEBRADOS, LIGAÇÃO DO PORTAL À VARANDA, ENCIMADOS POR BRASÃO). NAS PRIMEIRAS DÉCADAS DESTE SÉCULO (XX), FOI COLOCADA, NO CENTRO DO CLAUSTRO, UMA ESTÁTUA DE D. AFONSO HENRIQUES (C. 2,290 METROS DE ALTURA), PROVENIENTE DO ARCO DA MEMÓRIA DA SERRA DOS ALBARDOS, OBRA SEISCENTISTA QUE CAIU EM RUINAS. ACTUALMENTE, A ESCULTURA, DA MESMA ÉPOCA, ENCONTRA-SE NUM MIRADOURO DA AV. ERNESTO KORRODI - NO LOCAL DESTINADO, SEGUNDO UM PROJECTO DAQUELE ARQUITÉCTO (C. DE 1920), À IMPLANTAÇÃO DE UM MONUMENTO A MOUZINHO DE ALBUQUERQUE.

A SÉ DE LEIRIA, DA TRAÇA DO ARQUITÉCTO AFONSO ÁLVARES (ACTIVO DE 1550 A 1575), SEGUNDO R. SMITH), INAUGURA A PRIMEIRA GRANDE OBRA DO RENASCIMENTO TARDIO NESTA CIDADE. AO EDIFÍCIO ESTÁ INDISSOCIAVELMENTE LIGADA A MARCA DA SUCESSÃO DOS BISPOS, COM ACRESCENTOS, ENRIQUECIMENTOS E TAMBÉM ALGUMAS ALTERAÇÕES, SOBRETUDO APÓS O TERRAMOTO DE 1755; NA FACHADA, PROFUNDAMENTE MODIFICADA NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XVIII, ACENTUOU-SE O SEU «ESTILO FRIO» DE «CANTARIAS PESADAS E JESUÍTAS» (EÇA DE QUEIRÓS), QUE CARATERIZA TODO O EXTERIOR, DE UM ASPECTO MACIÇO.

ATRAVÉS DE UMA CARTA DE FREI BRÁS DE BARROS, DE 15 DE JUNHO DE 1548, DIVULGADA POR JAIME CORTESÃO, SABE-SE QUE O SÍTIO ONDE DEVIA ERGUER A NOVA CATEDRAL NÃO TINHA SIDO AINDA ESCOLHIDO NAQUELA DATA; POR OUTRO LADO, OUTRA CARTA DO BISPO DE LEIRIA, DE 15 DE JULHO DE 1551, A D. JOÃO III, DEIXA ENTENDER QUE NÃO SÓ O REI SE DESLOCOU A LEIRIA PARA A ESCOLHA DO LOCAL, COMO TAMBÉM EMENDOU A «INVENÇÃO DA OBRA»... AINDA SEGUNDO JAIME CORTESÃO CORROBORADO POR GEORGE KUBLER (PORTUGUESES PLAIN ARCHITECTURE...,1969) A PRIMEIRA PEDRA TERIA SIDO COLOCADA EM 11 DE AGOSTO DE 1550; A CAPELA-MOR FOI TERMINADA EM 1572 E A CATEDRAL SAGRADA EM 1574, QUANDO ERA JÁ BISPO D. Fr. GASPAR DO CASAL (1557-1579).

A LOCALIZAÇÃO DA NOVA SÉ. NO AINDA DENOMINADO LARGO DA SÉ, ASSINALA UMA PREOCUPAÇÃO URBANÍSTICA DE INTERESSE CONSIDERÁVEL; ESTENDENDO-SE PARALELAMENTE AO ANTIGO ROSSIO, SITUA-SE NUM RECINTO AMPLO, A LESTE DA CIDADE, PARA A QUAL SE ORIENTA A FACHADA PRINCIPAL, COMO SE FOSSE SEU NATURAL COROLÁRIO. E FOI NESSA DIRECÇÃO QUE LEIRIA SE EXPANDIU, APROXIMANDO-SE DO TRAJECTO SINUOSO DO RIO, CRESCIMENTO URBANÍSTICO QUE A CONSTRUÇÃO DA CATEDRAL PRECEDEU E DINAMIZOU.

A SÉ DE LEIRIA, COMO AS DE PORTALEGRE E MIRANDA DO DOURO, FILIA-SE NAS HALLENKIRSCHEN, IGREJAS DE TRÊS NAVES SITUADAS À MESMA ALTURA, SENDO COBERTA POR ABÓBADAS NERVADAS NAS NAVES E ABÓBADAS DE BERÇO ORNADAS DE CAIXOTÕES NAS TRÊS CAPELAS QUE FORMAM A CABECEIRA. EMBORA ALMEJANDO A MESMA IMPORTÂNCIA DAS ANTIGAS CATEDRAIS GÓTICAS, COM IDÊNTICO SENTIDO DA VERTICALIDADE - VISIVEL AINDA NOS VÃOS DAS JANELAS -, TRATA-SE DE UMA ARQUITECTURA SÓBRIA, CUJO SENTIDO DA HARMONIA RESULTA ESSENCIALMENTE DO CÁLCULO MATEMÁTICO DAS SUAS PROPORÇÕES (A LARGURA DA NAVE PRINCIPAL É IGUAL À DIAGONAL DOS TRAMOS COLATERAIS E ESTA ÚLTIMA, SOMADA A METADE DA LARGURA DAS NAVES COLATERAIS, DÁ A DIAGONAL DOS TRAMOS DA PRIMEIRA...).

AS NERVURAS DAS ABÓBADAS, ASSENTES SOBRE PILARES ROBUSTOS, IRRADIAM DOS ARCOS TORAIS E FORMEIROS, SENDO SEXTAVADAS NAS EM MAIS PANOS NA NAVE PRINCIPAL, COM A LIGAÇÃO DOS TERCIARÕES AOS LIERNES; EMBORA O SISTEMA CONSTRUTIVO SE ASSEMELHE A UMA ABÓBADA DE CRUZARIA DE OGIVAS, O PERFIL FINO E DE SECÇÃO RECTANGULAR DAS NERVURAS, ASSIM COMO A ESPESSURA DAS PAREDES E DOS PILARES, COM FUNÇÕES ESTRUTURAIS DE SUPORTE, EVIDENCIA O SEU PAPEL COMO ELEMENTO DECORATIVO.

O CLAUSTRO, DE UMA AUSTERIDADE SEVERA, FOI JÁ MANDADO CONSTRUIR POR D. FREI GASPAR DO CASAL; ESTE BISPO, A QUEM ANDRÉ DE RESENDE DEDICOU UMA CARTA EM LATIM, E QUE FOI CONFESSOR DO REI E UM DOS ENVIADOS AO CONCÍLIO DE TRENTE, EM 1561, PODIA TER-SE INSPIRADO, SEGUNDO GEORGE KUBLER, NO DESENHO DO PÁTIO DO ESCORIAL, DE JUAN BAUTISTA DE TOLEDO, PARA A CONCEPÇÃO DA OBRA. D.PEDRO DE CASTILHO (1583-1604), NOMEADO INQUISIDOR-MOR EM 1604, E DEPOIS VICE-REI (1605-1612), PROSSEGUIU COM AS OBRAS DO CLAUSTRO, MANDOU FAZER O GRANDE ADRO DA ENTRADA, COM UMA MAIOR DEFINIÇÃO URBANISTÍCA NA ESCADARIA ONDULADA E NA BALAUSTRADA EM PEDRA LIOZ QUE DELIMITA O RECINTO. D.Fr. ANTÓNIO DE SANTA MARIA, ALÉM DA PIA DE BAPTISMO, NA OLATERAL ESQUERDA, ENCOMENDOU AINDA O CADEIRAL E O RETÁBULO DA CAPELA-MOR; A D.MARTIM AFONSO MEXIA (1605-1615), FICARAM A DEVER-SE OS PAINÉIS, DA AUTORIA DO PINTOR SIMÃO RODRIGUES, EM 1605-1606, OS QUAIS CONSTITUEM UM «TÍPICO DOCUMENTO DO MANEIRISMO TARDIO» (VITOR SERRÃO, A PINTURA MANEIRISTA..., 1982).

APÓS O TERRAMOTO DE 1755, D. Fr. JOÃO DE N.ª S.ª DA PORTA (D. JOÃO COSME DA CUNHA E TÁVORA), QUE ESTEVE À FRENTE DO BISPADO DE 1746 A 1760, INICIOU O RESTAURO DA FACHADA, SENDO AS OBRAS CONTINUADAS POR D. Fr. MIGUEL DE BULHÕES E SOUSA, QUE MANDOU TAMBÉM INSTALAR AS TRIBUNAS COM OS ORGÃOS NA CAPELA-MOR. A FRONTARIA DE TRÊS CORPOS SEPARADOS POR PILASTRAS MONUMENTAIS, REMATADA POR UM FRONTÃO TRIANGULAR E ACROTÉRIOS, PERDEU DEFINITIVAMENTE A SUA FEIÇÃO ORIGINAL; TRÊS GRANDES JANELÕES, COM TABELAS EMOLDURADAS, VIERAM SUBSTITUIR OS ANTIGOS VÃOS - E DA FACHADA PRIMITIVA RESTAM APENAS TRÊS PORTAIS DA ENTRADA, DEFINIDOS POR ARCOS DE VOLTA PERFEITA, LADEADOS POR PILASTRAS E ENCIMADOS POR ENTABLAMENTOS. DA MESMA ÉPOCA, DATA AINDA A RECONSTRUÇÃO DA TORRE SINEIRA; ESTA FORA ERGUIDA JUNTO A UMA DAS ANTIGAS PORTAS DA MURALHA - A PORTA DO SOL -, LOGO APÓS A EDIFICAÇÃO DA SÉ, DE MODO A OUVIR-SE NA FREGUESIA MAIS DISTANTE - A DO ARRABALDE -, TENDO-SE PROVAVELMENTE APROVEITADO  O MATERIAL DE UMA DAS ANTIGAS TORRES.

EM 1798, POR INICIATIVA DO BISPO D. MANUEL DE AGUIAR, FOI CONSTRUIDO UM CEMITÉRIO A NASCENTE DO CLAUSTRO, NO DENOMINADO «SÍTIO DA ORDEM» (PLANTA DE 1809), QUE SERVIU A POPULAÇÃO ATÉ 1871; TAL FACTO DEVE TER CONTRIBUÍDO SEM DÚVIDA, PARA A DESIGNAÇÃO DE «PONTE DOS DEFUNTOS» À PONTE QUE PASSAVA SOBRE UM DOS BRAÇOS DO LIS, ENTRE A FACHADA SUL DA SÉ E O ROSSIO (AINDA DESCRITA N´O PANORAMA, EM 1888).

AS INVASÕES NAPOLEÓNICAS, QUE CAUSARAM GRANDES DANOS NA SÉ, E AS LUTAS CIVIS MARCARAM O INÍCIO DE UM PERÍODO CONTURBADO NA HISTÓRIA DA DIOCESE DE LEIRIA; O BISPADO, EXTINTO POR CARTA RÉGIA DE 14 DE SETEMBRO DE 1882, SERIA, PORÉM, NOVAMENTE INSTITUÍDO, EM 1920, COM A NOMEAÇÃO DO BISPO D. JOSÉ ALVES CORREIA DA SILVA.

ESTE ARTIGO FOI EXTRAÍDO DO LIVRO «CIDADES E VILAS DE PORTUGAL DE LUCÍLIA VERDELHO DA COSTA », PERTENÇA DA BIBLIOTECA MUNICIPAL AFONSO LOPES VIEIRA

www.cm-leiria.pt

 

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Publicado por alfredocr às 21:02
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